“Não preencho o sutiã”
Sensação de que falta volume no bojo, no colo ou na projeção da mama.
Largura do tórax, base da mama, espessura dos tecidos, pele e preferência de resultado orientam formato, projeção e volume do implante. A prótese acrescenta volume, mas não substitui uma mastopexia quando existe queda relevante.
A equipe informa agenda, nota fiscal e próximos passos pelo WhatsApp. A indicação cirúrgica é definida somente após avaliação médica.

A prótese pode ser considerada quando o objetivo é acrescentar volume ou projeção. Ela não substitui automaticamente uma mastopexia quando há excesso de pele ou queda relevante.
Sensação de que falta volume no bojo, no colo ou na projeção da mama.
Redução de volume que pode ou não estar acompanhada de excesso de pele.
Objetivo que depende de tórax, tecido, formato do implante e limites anatômicos.
Assimetrias são comuns; podem ser reduzidas, mas simetria absoluta não deve ser prometida.
Largura, projeção, cobertura de tecido e expectativa orientam uma escolha proporcional.
Implante acrescenta volume; queda e excesso de pele precisam ser avaliados separadamente.
A técnica final depende do exame físico, das medidas, da qualidade dos tecidos e da expectativa de resultado.
Quando o objetivo principal é aumentar volume ou recuperar preenchimento, sem queda importante que exija retirada de pele.
Acrescenta volume e projeção com escolha baseada nas medidas do tórax e dos tecidos.
Não corrige queda relevante sozinha e não deve ser escolhida apenas por um número de mililitros.
A cicatriz costuma ser menor e pode ficar no sulco mamário ou em outra via definida na avaliação.
Mastopexia, prótese, redução e associações podem responder a queixas diferentes. A página de cirurgia de mama ajuda a comparar as possibilidades antes da consulta.
Comparar cirurgias de mamaMais do que procurar um “resultado ideal”, observe proporção, posição da mama, contorno e coerência entre frente, oblíqua e perfil.

Posição, simetria global e relação entre mama, tórax e cintura.

Projeção, preenchimento e transição do contorno.

Projeção mamária e equilíbrio com o tronco.
Caso real autorizado, apresentado em conjunto e sem retoques de forma corporal. A paciente realizou cirurgia combinada de mama e abdome; o resultado não representa uma técnica isolada. Resultados variam conforme anatomia, indicação, cicatrização e cuidados pós-operatórios. Resultados insatisfatórios, intercorrências e complicações são possíveis; riscos específicos e eventual necessidade de revisão são discutidos na avaliação médica.

A Dra. Amanda avalia anatomia, medidas do tórax, qualidade dos tecidos, assimetrias, histórico de saúde, expectativa e recuperação possível antes de propor qualquer técnica.
O que incomoda, como você gostaria de se sentir e o que não deseja.
Pele, posição da aréola, volume, tórax, simetria e cicatrizes possíveis.
Benefícios, limites e trocas de cada técnica, inclusive a opção de não operar.
Exames, hospital, preparo, recuperação, acompanhamento e orçamento.
Graduada e formada em Cirurgia Plástica pela UNICAMP, com pós-graduação pelo Einstein, CRM-SP 191605 e RQE 110472. O planejamento busca proporção, naturalidade e indicação responsável, sem padronizar corpos.
Consulta particular, teleconsulta inicial em casos selecionados, nota fiscal e possibilidade de avaliação cardiológica integrada quando indicada.
Informações gerais ajudam a organizar expectativas, mas não substituem o exame e o planejamento individual.
A mastopexia reposiciona e remodela a mama quando há queda e excesso de pele. A prótese acrescenta volume. Em algumas pacientes, as técnicas podem ser associadas; em outras, isso não é necessário.
Não. Quando existe volume suficiente e o objetivo principal é elevar e remodelar, a mastopexia pode ser realizada sem implante. A decisão depende da anatomia e do resultado desejado.
A escolha considera base mamária, largura do tórax, espessura dos tecidos, pele, assimetrias, projeção e preferência de resultado. Não existe um volume ideal igual para todas.
O padrão depende do grau de queda, excesso de pele e técnica. Pode variar de uma cicatriz menor na prótese isolada a cicatrizes ao redor da aréola, vertical e em T nas cirurgias de remodelação.
Em casos selecionados, sim, mas a associação depende de saúde, extensão prevista, tempo cirúrgico, recuperação e segurança. Nem sempre fazer tudo junto é a melhor decisão.
A indicação considera histórico de saúde, exames, anestesia, hospital, risco trombótico, tabagismo, medicações, extensão da cirurgia e organização da recuperação. Quando indicado, o preparo cardiológico pode ser integrado na Clínica LIV.
A equipe orienta formato de consulta, disponibilidade, nota fiscal e próximos passos. Não é necessário enviar fotos ou detalhes clínicos pelo site para começar.
Pode ser queda, volume, desconforto, assimetria ou apenas uma dúvida inicial.
Agenda, formato, endereço e orientações para o primeiro atendimento.
A técnica, a segurança e o orçamento cirúrgico são discutidos somente após avaliação médica.
Converse com a equipe para receber disponibilidade e orientação sobre o primeiro atendimento. Você não precisa chegar sabendo o nome do procedimento.