Dra. Amanda SchroederCirurgia Plástica Facial · Pinheiros
Otoplastia em São Paulo

Orelhas mais equilibradas, sem perder seus contornos naturais.

A otoplastia pode reduzir projeção, recriar dobras e melhorar assimetrias em crianças e adultos. Como a decisão muda em cada fase da vida, escolha o caminho correspondente à avaliação que você procura.

Dra. Amanda Schroeder · CRM-SP 191605 · RQE 110472 · Membro da SBCP

Dra. Amanda Schroeder, cirurgiã plástica
Formação pela UNICAMPCirurgia Geral e Cirurgia Plástica
Membro da SBCPSociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Crianças e adultosJornadas e anestesias diferentes
NaturalidadeProjeção, dobras e assimetrias
Nas palavras de quem chega à consulta

A queixa pode ser estética, emocional ou as duas coisas.

Escutar quem vai operar é tão importante quanto examinar a cartilagem.

“Meu filho evita prender o cabelo”

O comportamento pode revelar incômodo, mas a criança precisa ter espaço para dizer como se sente.

“Ele só quer usar boné ou faixa”

Vergonha e medo de comentários merecem acolhimento. Bullying não deve ser ignorado — nem virar a única razão para operar.

“Tenho orelha de abano desde sempre”

Muitos adultos chegam com um desconforto antigo e uma decisão amadurecida, sem relação com uma pressão recente.

“Uma orelha aparece mais que a outra”

Assimetrias são naturais. O objetivo é melhorar o equilíbrio possível, não prometer lados idênticos.

“Tenho medo de ficar com a orelha colada”

Uma boa correção preserva relevo, curvas e uma distância natural da cabeça.

Anatomia antes da técnica

“Orelha de abano” reúne alterações diferentes.

Dobra anti-hélice

Quando é pouco definida, a parte superior pode parecer mais aberta.

Concha aumentada

A profundidade da concha pode afastar a orelha da cabeça e exigir outro tipo de correção.

Cartilagem e assimetrias

Espessura, resistência e diferenças entre os lados influenciam técnica e previsibilidade.

Lóbulo e contorno

O lóbulo também pode ser projetado ou assimétrico e precisa entrar no planejamento.

O que se busca

Menos projeção, mas com relevo e identidade.

A cirurgia pode combinar pontos internos, remodelação e, em casos selecionados, retirada de cartilagem. O plano evita correções excessivas que apagam as curvas naturais ou criam tensão.

Resultados reais

Equilíbrio visto de frente, de costas e no conjunto do rosto.

Os casos mostram anatomias e correções diferentes. Resultado e simetria final variam de pessoa para pessoa.

Deslize para ver mais resultados →

Antes e depois de otoplastia em adulto
Otoplastia em adultoCorreção planejada para uma queixa antiga e uma anatomia individual.
Antes e depois de otoplastia, caso real
Projeção e contornoA redução é avaliada sem buscar uma orelha artificialmente colada.
Antes e depois de otoplastia, caso real 2
Assimetrias naturaisOs dois lados são planejados separadamente.

Casos reais com finalidade educativa. Anatomia, indicação, técnica e cicatrização são individuais, sem garantia de resultado semelhante.

Duas jornadas diferentes

A decisão não acontece do mesmo jeito na infância e na vida adulta.

Quando é para uma criança

A vontade dela precisa participar.

Além do desenvolvimento da orelha, avaliamos saúde, maturidade para os cuidados e como a própria criança fala sobre o incômodo. A consulta não serve para convencer a operar.

  • Escuta da criança e da família
  • Rotina escolar e apoio no pós-operatório
  • Anestesia e ambiente adequados à idade
  • Expectativas possíveis e sem pressão
Ver a avaliação infantil
Quando é para um adulto

Um desconforto antigo também merece cuidado.

A cirurgia pode ser realizada na vida adulta, com planejamento compatível com cartilagem, assimetrias, trabalho, esportes e tempo disponível para recuperação.

  • Objetivo pessoal bem definido
  • Rotina profissional organizada
  • Anestesia individualizada
  • Resultado natural, não padronizado
Ver a avaliação para adultos
Dra. Amanda Schroeder em atividade de formação profissional
Quem planeja e acompanha

Técnica para remodelar; sensibilidade para saber quando operar.

Dra. Amanda Schroeder é médica formada pela UNICAMP, com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, CRM-SP 191605 e RQE 110472. Tem pós-graduação em Cosmiatria pelo Einstein e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Na otoplastia, ela avalia cada orelha separadamente e conversa sobre motivação, naturalidade, cicatrizes e rotina de recuperação.

Uma mulher cuidando de mulheres e famílias

Acolhimento sem diminuir uma queixa que pode acompanhar a pessoa há anos.

Escutar com respeito ajuda a separar uma vontade genuína de uma pressão externa — em adultos e, principalmente, em crianças.

A Dra. Amanda explica

Como pensar a otoplastia na infância.

Idade, vontade da criança, apoio da família e capacidade de seguir os cuidados fazem parte da indicação.

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Conteúdo educativo · a indicação depende de avaliação individual
Recuperação

Proteção, higiene e paciência com o inchaço.

Primeiros dias

Curativo ou faixa, inchaço e sensibilidade são esperados. A posição para dormir e os cuidados com a incisão são orientados.

Primeiras semanas

Escola ou trabalho podem voltar progressivamente. A faixa pode continuar em horários específicos, conforme o caso.

Esporte e contato

Atividades com risco de trauma ficam suspensas até liberação, especialmente em crianças.

Meses seguintes

Edema, sensibilidade, forma e cicatrizes continuam amadurecendo. Pequenas assimetrias fazem parte da anatomia humana.

Segurança e estrutura

O ambiente e a anestesia acompanham a idade e a extensão.

Planejamento pediátrico ou adultoHistória clínica, medicações, exames, ansiedade e capacidade de seguir cuidados entram na decisão.
Equipe e hospital adequadosCirurgias realizadas com anestesista e equipe completa em hospitais como Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz, Nove de Julho e outras estruturas selecionadas conforme o caso e o orçamento, sem abrir mão de segurança.
Acompanhamento depois da altaA família ou o adulto recebe orientações claras e acesso à equipe para intercorrências.
Dra. Amanda Schroeder em ambiente cirúrgico
Equipe cirúrgica da Dra. Amanda
Equipe completa

Segurança para quem opera e tranquilidade para quem acompanha.

Hospital, anestesia e tempo de observação são definidos para a pessoa — não apenas para o nome do procedimento.

Avaliações públicas

Explicação clara para uma decisão tranquila.

“Ela me orientou para uma opção mais adequada, respeitando minhas características e particularidades.”
Ana Elisa D’AnnibaleAvaliação pública no Google
“Sempre explica tudo com detalhes e tira todas as dúvidas.”
Tais MasciaAvaliação pública no Google
“Ótima formação profissional, coerência, acolhimento e me passa segurança.”
Raphaela GarofoAvaliação pública no Google

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Planejamento na consulta

Uma consulta para examinar as orelhas e escutar quem está decidindo.

A Dra. Amanda avalia projeção, dobras, cartilagem, lóbulos e assimetrias. Para crianças, a conversa inclui família, maturidade e rotina. Para adultos, inclui objetivos, trabalho e recuperação.

Ver horários para avaliação
Consulta presencial
R$ 500
Pagamento
Pix, débito ou parcelamento
Documentação
Nota fiscal emitida
Local
Clínica LIV Faria Lima · Pinheiros
Onde acontece a consulta

Um ambiente reservado para crianças, adultos e famílias.

A Clínica LIV Faria Lima reúne consulta, fotografia clínica e organização pré-operatória em Pinheiros.

Escuta sem pressão

Tempo para entender a vontade de quem pode operar.

Planejamento visual

As duas orelhas são examinadas por vários ângulos.

Jornada organizada

Preparo e acompanhamento coordenados com a família.

Conheça o espaço

Veja a Clínica LIV por dentro.

Um passeio breve pelos ambientes de atendimento na Faria Lima.

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R. Pais Leme, 215 · cj. 710 · Pinheiros, São Paulo
Próxima à Estação Pinheiros · estacionamento pago no local

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Dúvidas frequentes

O que famílias e adultos costumam perguntar.

A partir de que idade a otoplastia pode ser feita?
A idade é apenas um dos critérios. Desenvolvimento da orelha, saúde, maturidade e vontade da criança precisam ser avaliados.
A criança precisa querer operar?
A participação dela é importante. A cirurgia não deve ser imposta apenas por expectativa dos adultos.
Bullying é motivo suficiente?
É um sofrimento que merece acolhimento, mas a decisão considera também desejo da criança, maturidade, anatomia e capacidade de recuperação.
Adultos também podem operar?
Sim. Não existe obrigação de ter feito na infância.
A orelha fica muito colada?
O objetivo é reduzir projeção preservando relevo e distância natural. Correção excessiva não é sinônimo de bom resultado.
Onde fica a cicatriz?
Costuma ficar na dobra atrás da orelha. Qualidade da cicatriz varia e é acompanhada.
Qual anestesia é utilizada?
Em crianças, com frequência é geral. Em adultos, pode haver outras opções. A decisão depende da idade, extensão, ansiedade e segurança.
Quando volta à escola, trabalho e esporte?
Escola e trabalho podem retornar progressivamente; esportes e atividades com risco de trauma aguardam liberação.
Quanto custa uma otoplastia?
O valor depende da anatomia, técnica, hospital, anestesia e acompanhamento. Veja o que comparar além do preço inicial.
Próximo passo

Uma avaliação para decidir com naturalidade e sem pressão.

A equipe informa os horários e orienta como funciona a consulta para crianças ou adultos.

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