“A pálpebra come a sombra”
O excesso de pele pode reduzir a área visível da pálpebra móvel. A posição da sobrancelha também precisa ser considerada.
Quando a pálpebra pesa ou as bolsas insistem em transmitir cansaço, a resposta não está simplesmente em “retirar pele”. Uma cirurgiã plástica com atuação concentrada em face avalia como pálpebras, sobrancelhas, têmporas e maçãs do rosto se relacionam — para propor apenas o que faz sentido ao seu olhar.
Dra. Amanda Schroeder · CRM-SP 191605 · RQE 110472 · Membro da SBCP

Essas frases são comuns na consulta. Elas ajudam a começar a conversa, mas não determinam sozinhas a cirurgia.
O excesso de pele pode reduzir a área visível da pálpebra móvel. A posição da sobrancelha também precisa ser considerada.
A pele pode encostar na maquiagem e transferir o produto. Retirar mais pele nem sempre é a única resposta.
Bolsas, sulcos, pigmentação, qualidade da pele e sobrancelhas podem contribuir para o aspecto cansado.
O volume pode vir das bolsas de gordura e coexistir com sulcos, flacidez ou alterações da região malar.
Pode ser excesso de pele, sobrancelha baixa ou ptose verdadeira da margem palpebral. Essas condições não devem ser tratadas automaticamente da mesma maneira.
O foco em cirurgia facial amplia a leitura do problema: ajuda a distinguir o que pertence às pálpebras, o que vem das estruturas ao redor e o que a blefaroplastia, sozinha, não deve prometer resolver.
Pode esconder a pálpebra móvel, dificultar a maquiagem e criar sensação de peso.
Podem produzir volume persistente abaixo dos olhos, mesmo após descanso adequado.
Sobrancelha baixa e queda da margem palpebral pedem uma avaliação própria.
Pigmentação, vasos, rugas finas e perda de volume podem exigir outro tratamento.
Excesso de pele, bolsas persistentes ou peso no olhar podem ter indicação cirúrgica quando o exame confirma benefício e segurança.
Sobrancelha baixa, ptose, olho seco, pigmentação, sulcos ou qualidade da pele podem pedir investigação, associação ou outra abordagem.
Você não precisa chegar sabendo se deseja blefaroplastia superior, inferior ou combinada. Veja como a avaliação facial organiza essa decisão.
Observe pele, bolsas e relação do olhar com o restante da face. As imagens ajudam a contextualizar, mas não permitem prever um resultado individual.
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Casos reais com finalidade educativa. Anatomia, indicação, técnica e cicatrização são individuais, sem garantia de resultado semelhante.
Pode tratar excesso de pele e, em casos selecionados, bolsas superiores, respeitando fechamento ocular e sobrancelhas.
Pode tratar bolsas, excesso de pele e contorno inferior por acesso interno ou próximo aos cílios, conforme a anatomia.
Superior e inferior podem ser tratadas juntas quando há benefício e segurança. Volume, pele e terço médio são avaliados separadamente.

Dra. Amanda Schroeder é médica formada pela UNICAMP, com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, CRM-SP 191605 e RQE 110472. Tem pós-graduação em Cosmiatria pelo Einstein e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Sua atuação concentrada em face traz uma leitura mais ampla para a blefaroplastia: posição das sobrancelhas, têmporas, terço médio, simetria, fechamento ocular e sintomas de olho seco entram no mesmo planejamento.
Em alguns casos, tratar as pálpebras é suficiente. Em outros, a causa principal está ao redor dos olhos ou pede avaliação complementar. Reconhecer essa diferença ajuda a evitar expectativas que a blefaroplastia não pode cumprir e conduz a um plano mais coerente com a face.
Pele, bolsas, sobrancelhas, sulcos e superfície ocular envelhecem de formas diferentes. O vídeo ajuda a entender por que nem toda aparência cansada pede a mesma cirurgia.
Abrir o vídeo diretamenteNa pálpebra superior, a cicatriz costuma acompanhar a dobra natural. Na inferior, quando há incisão externa, fica próxima aos cílios; alguns casos permitem acesso interno.
Edema e equimoses podem aumentar antes de começar a regredir.
Retornos, cuidados locais e acompanhamento da superfície ocular.
Muitas pacientes retomam atividades sociais leves, conforme a evolução.
Edema residual e cicatrizes continuam amadurecendo.
Compressas, colírios, maquiagem, lentes de contato e atividade física são retomados em momentos diferentes. Lacrimejamento, irritação e olho seco também precisam ser acompanhados.
Fechamento, sintomas, olho seco e função das pálpebras.
Colírios, anticoagulantes, lentes e cirurgias oculares anteriores.
Estrutura e estratégia escolhidas conforme o plano.
Acompanhamento da cicatrização e de sinais que peçam avaliação antecipada.

Quando indicada, a cirurgia pode ser programada no Hospital Sírio-Libanês, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Nove de Julho ou em outra instituição criteriosamente selecionada.
“Ela me orientou para uma opção mais adequada, respeitando minhas características e particularidades.”Ana Elisa D’AnnibaleAvaliação pública no Google
“Sempre explica tudo com detalhes e tira todas as dúvidas.”Tais MasciaAvaliação pública no Google
“Ótima formação profissional, coerência, acolhimento e me passa segurança.”Raphaela GarofoAvaliação pública no Google
A Dra. Amanda avalia pálpebras em repouso e movimento, fechamento ocular, pele, bolsas, sobrancelhas, simetria, olho seco e relação com a face. Depois explica o que pode ser tratado, alternativas, cicatrizes, riscos, anestesia e recuperação.
Ver horários para avaliaçãoA Clínica LIV Faria Lima reúne consulta, planejamento e organização pré-operatória em Pinheiros.
Ambiente reservado para falar de expectativas e receios.
Exames, preparo e acompanhamento coordenados conforme cada caso.
Avaliação cardiológica integrada na LIV quando houver indicação clínica.



Um passeio breve pelos ambientes de atendimento na Faria Lima.
Abrir o vídeo diretamenteR. Pais Leme, 215 · cj. 710 · Pinheiros, São Paulo
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A equipe informa os horários e orienta como funciona a avaliação na Clínica LIV Faria Lima.
A indicação depende da anatomia e da queixa, não apenas da idade.
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