Dra. Amanda SchroederCirurgia Plástica · Foco em Face · Pinheiros
Blefaroplastia em São Paulo

Cuidar das pálpebras sem perder de vista a face inteira.

Quando a pálpebra pesa ou as bolsas insistem em transmitir cansaço, a resposta não está simplesmente em “retirar pele”. Uma cirurgiã plástica com atuação concentrada em face avalia como pálpebras, sobrancelhas, têmporas e maçãs do rosto se relacionam — para propor apenas o que faz sentido ao seu olhar.

Dra. Amanda Schroeder · CRM-SP 191605 · RQE 110472 · Membro da SBCP

Dra. Amanda Schroeder, cirurgiã plástica
Cirurgiã plástica · RQE 110472Residência em Cirurgia Plástica pela UNICAMP
Atuação concentrada em facePálpebras avaliadas no conjunto facial
Membro da SBCPSociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Pós-graduação EinsteinCosmiatria e cuidado complementar
Nas palavras de quem procura ajuda

O que você percebe pode ter mais de uma causa.

Essas frases são comuns na consulta. Elas ajudam a começar a conversa, mas não determinam sozinhas a cirurgia.

“A pálpebra come a sombra”

O excesso de pele pode reduzir a área visível da pálpebra móvel. A posição da sobrancelha também precisa ser considerada.

“O delineador carimba”

A pele pode encostar na maquiagem e transferir o produto. Retirar mais pele nem sempre é a única resposta.

“Parece que eu não dormi”

Bolsas, sulcos, pigmentação, qualidade da pele e sobrancelhas podem contribuir para o aspecto cansado.

“Tenho bolsas mesmo descansada”

O volume pode vir das bolsas de gordura e coexistir com sulcos, flacidez ou alterações da região malar.

“Minha pálpebra está caída”

Pode ser excesso de pele, sobrancelha baixa ou ptose verdadeira da margem palpebral. Essas condições não devem ser tratadas automaticamente da mesma maneira.

Anatomia antes da técnica

Olhos, sobrancelhas e face precisam contar a mesma história.

O foco em cirurgia facial amplia a leitura do problema: ajuda a distinguir o que pertence às pálpebras, o que vem das estruturas ao redor e o que a blefaroplastia, sozinha, não deve prometer resolver.

Excesso de pele

Pode esconder a pálpebra móvel, dificultar a maquiagem e criar sensação de peso.

Bolsas

Podem produzir volume persistente abaixo dos olhos, mesmo após descanso adequado.

Sobrancelhas e ptose

Sobrancelha baixa e queda da margem palpebral pedem uma avaliação própria.

Olheiras e sulcos

Pigmentação, vasos, rugas finas e perda de volume podem exigir outro tratamento.

Pode fazer sentido

Quando a alteração principal está nas pálpebras

Excesso de pele, bolsas persistentes ou peso no olhar podem ter indicação cirúrgica quando o exame confirma benefício e segurança.

Pode haver outro caminho

Quando a causa principal está ao redor dos olhos

Sobrancelha baixa, ptose, olho seco, pigmentação, sulcos ou qualidade da pele podem pedir investigação, associação ou outra abordagem.

Você não precisa chegar sabendo se deseja blefaroplastia superior, inferior ou combinada. Veja como a avaliação facial organiza essa decisão.

Resultados reais

Possibilidades diferentes, com preservação do formato dos olhos.

Observe pele, bolsas e relação do olhar com o restante da face. As imagens ajudam a contextualizar, mas não permitem prever um resultado individual.

Deslize para ver mais resultados →

Antes e depois de blefaroplastia, caso real 1
Olhar avaliado no conjuntoPálpebras, bolsas, pele e sobrancelhas participam do planejamento.
Antes e depois de blefaroplastia, caso real 2
Pálpebras superiores e inferioresA extensão depende das estruturas que realmente participam da queixa.
Antes e depois de blefaroplastia superior, caso real 3
Blefaroplastia superiorPlanejamento para tratar excesso de pele respeitando expressão e formato dos olhos.

Casos reais com finalidade educativa. Anatomia, indicação, técnica e cicatrização são individuais, sem garantia de resultado semelhante.

Planejamento individual

O plano depende de qual parte do olhar participa da queixa.

Blefaroplastia superior

Pode tratar excesso de pele e, em casos selecionados, bolsas superiores, respeitando fechamento ocular e sobrancelhas.

Blefaroplastia inferior

Pode tratar bolsas, excesso de pele e contorno inferior por acesso interno ou próximo aos cílios, conforme a anatomia.

Tratamento combinado

Superior e inferior podem ser tratadas juntas quando há benefício e segurança. Volume, pele e terço médio são avaliados separadamente.

Dra. Amanda Schroeder em atividade de formação profissional
Cirurgiã plástica com foco em face

A vantagem de olhar além das pálpebras.

Dra. Amanda Schroeder é médica formada pela UNICAMP, com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, CRM-SP 191605 e RQE 110472. Tem pós-graduação em Cosmiatria pelo Einstein e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Sua atuação concentrada em face traz uma leitura mais ampla para a blefaroplastia: posição das sobrancelhas, têmporas, terço médio, simetria, fechamento ocular e sintomas de olho seco entram no mesmo planejamento.

Mais critério, não necessariamente mais cirurgia

O foco facial ajuda a definir o limite certo da blefaroplastia.

Em alguns casos, tratar as pálpebras é suficiente. Em outros, a causa principal está ao redor dos olhos ou pede avaliação complementar. Reconhecer essa diferença ajuda a evitar expectativas que a blefaroplastia não pode cumprir e conduz a um plano mais coerente com a face.

A Dra. Amanda explica

Por que o olhar precisa ser avaliado como um conjunto.

Pele, bolsas, sobrancelhas, sulcos e superfície ocular envelhecem de formas diferentes. O vídeo ajuda a entender por que nem toda aparência cansada pede a mesma cirurgia.

Abrir o vídeo diretamente
Conteúdo educativo · a indicação depende de avaliação individual
Cicatrizes e recuperação

O que precisa entrar no planejamento.

Na pálpebra superior, a cicatriz costuma acompanhar a dobra natural. Na inferior, quando há incisão externa, fica próxima aos cílios; alguns casos permitem acesso interno.

Primeiros dias

Edema e equimoses podem aumentar antes de começar a regredir.

Primeira semana

Retornos, cuidados locais e acompanhamento da superfície ocular.

10 a 14 dias

Muitas pacientes retomam atividades sociais leves, conforme a evolução.

Meses seguintes

Edema residual e cicatrizes continuam amadurecendo.

Planeje compromissos importantes com margem.

Compressas, colírios, maquiagem, lentes de contato e atividade física são retomados em momentos diferentes. Lacrimejamento, irritação e olho seco também precisam ser acompanhados.

Segurança

O cuidado começa antes do centro cirúrgico.

Avaliação ocular

Fechamento, sintomas, olho seco e função das pálpebras.

Histórico e medicamentos

Colírios, anticoagulantes, lentes e cirurgias oculares anteriores.

Hospital e anestesia

Estrutura e estratégia escolhidas conforme o plano.

Retornos

Acompanhamento da cicatrização e de sinais que peçam avaliação antecipada.

Dra. Amanda Schroeder com parte de sua equipe cirúrgica
Equipe e ambiente

O hospital é escolhido para o caso, sem abrir mão do cuidado necessário.

Quando indicada, a cirurgia pode ser programada no Hospital Sírio-Libanês, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Nove de Julho ou em outra instituição criteriosamente selecionada.

Equipe habilitadaComposição e anestesia definidas conforme o plano.
Apoio complementarAvaliação oftalmológica pode ser solicitada quando há sintomas ou antecedentes.
Acompanhamento próximoPreparo, retornos e canal para dúvidas durante a recuperação.
Avaliações públicas

Clareza na indicação e acompanhamento próximo.

“Ela me orientou para uma opção mais adequada, respeitando minhas características e particularidades.”
Ana Elisa D’AnnibaleAvaliação pública no Google
“Sempre explica tudo com detalhes e tira todas as dúvidas.”
Tais MasciaAvaliação pública no Google
“Ótima formação profissional, coerência, acolhimento e me passa segurança.”
Raphaela GarofoAvaliação pública no Google

Ver avaliações no Google

Planejamento na consulta

Seu olhar é examinado como parte da sua face — não como uma área isolada.

A Dra. Amanda avalia pálpebras em repouso e movimento, fechamento ocular, pele, bolsas, sobrancelhas, simetria, olho seco e relação com a face. Depois explica o que pode ser tratado, alternativas, cicatrizes, riscos, anestesia e recuperação.

Ver horários para avaliação
Consulta presencial
R$ 500
Pagamento
Pix, débito ou parcelamento
Documentação
Nota fiscal emitida
Local
Clínica LIV Faria Lima · Pinheiros
Onde acontece a consulta

Um espaço discreto para examinar o olhar e decidir com calma.

A Clínica LIV Faria Lima reúne consulta, planejamento e organização pré-operatória em Pinheiros.

Privacidade

Ambiente reservado para falar de expectativas e receios.

Jornada organizada

Exames, preparo e acompanhamento coordenados conforme cada caso.

Segurança pré-operatória

Avaliação cardiológica integrada na LIV quando houver indicação clínica.

Conheça o espaço

Veja a Clínica LIV por dentro.

Um passeio breve pelos ambientes de atendimento na Faria Lima.

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R. Pais Leme, 215 · cj. 710 · Pinheiros, São Paulo
Próxima à Estação Pinheiros · estacionamento pago no local

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Dúvidas frequentes

O que costuma pesar na decisão por uma blefaroplastia.

A blefaroplastia muda o formato dos olhos?
Esse não é o objetivo. O planejamento busca tratar excesso de pele e bolsas preservando formato, fechamento ocular, expressão e características individuais.
“Pálpebra caída” é sempre excesso de pele?
Não. Pode ser excesso de pele, sobrancelha baixa ou ptose verdadeira da margem palpebral. Essas situações podem exigir tratamentos diferentes.
Blefaroplastia resolve olheiras?
Nem sempre. Bolsas e excesso de pele podem melhorar, mas pigmentação, vasos, sulco lacrimal, perda de volume e qualidade da pele podem pedir outra abordagem.
Por que procurar uma cirurgiã plástica com foco em face para a blefaroplastia?
Porque a decisão não se resume a retirar pele. A avaliação relaciona pálpebras, sobrancelhas, têmporas, terço médio da face, fechamento ocular e expressão para delimitar o que a blefaroplastia pode tratar e quando outra abordagem pode fazer mais sentido.
Superior e inferior podem ser feitas juntas?
Podem, quando existe benefício nas duas regiões e a associação permanece segura. Cada pálpebra é avaliada separadamente.
Onde ficam as cicatrizes?
Na superior, costumam acompanhar a dobra natural. Na inferior, quando o acesso é externo, ficam próximas aos cílios; alguns casos permitem acesso interno.
Qual anestesia costuma ser utilizada?
Pode envolver anestesia local com sedação ou anestesia geral, conforme extensão, associações, ambiente e condições clínicas.
Quando volto ao trabalho e à vida social?
Muitas pacientes retomam atividades sociais leves em cerca de 10 a 14 dias. A evolução é individual.
Olho seco pode piorar?
Pode piorar temporariamente. Irritação, lacrimejamento e fechamento ocular precisam ser avaliados antes da cirurgia e acompanhados depois.
Quanto custa uma blefaroplastia?
O valor depende das pálpebras tratadas, associações, hospital, anestesia, exames e acompanhamento. O orçamento é definido depois do exame. Veja o que comparar além do preço inicial.
Próximo passo

Entenda o que realmente participa da aparência do seu olhar.

A equipe informa os horários e orienta como funciona a avaliação na Clínica LIV Faria Lima.

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