O melhor plano começa pela queixa — não pelo nome do procedimento.
Conheça as possibilidades para face, pescoço, mamas, contorno corporal e região íntima. A avaliação diferencia quando uma cirurgia faz sentido e quando uma solução não cirúrgica pode ser mais proporcional.
Dra. Amanda Schroeder · Cirurgiã plástica · CRM-SP 191605 · RQE 110472 · Membro da SBCP

Expressão, sustentação e contorno.
O planejamento considera face, olhar, mandíbula, pescoço e qualidade da pele em conjunto.
Quando fazer menos é a escolha mais proporcional.
Tratamentos temporários podem cuidar de movimento, volume, qualidade da pele ou bandas musculares em indicações selecionadas.
Forma, volume e sustentação.
Pele, volume, posição da aréola, cicatrizes e proporções orientam a indicação.
Pele, gordura e proporção corporal.
A avaliação diferencia gordura localizada, excesso de pele e alterações da parede abdominal.
Privacidade, conforto e função.
A consulta é conduzida com acolhimento, discrição e respeito à anatomia individual.
Não sabe qual procedimento corresponde à sua queixa?
A consulta começa pelo que incomoda e pela avaliação da anatomia — não pela escolha antecipada de uma técnica.